sexta-feira, 28 de maio de 2010

Carbono 14 estético. Em busca de dramaturgos essenciais

CARBONO 14 ESTÉTICO. Em busca de dramaturgos essenciais

Prof. Ms. Agenor Bevilacqua Sobrinho


Resumo

Com a técnica do Carbono 14 estético, este trabalho procura examinar critérios de datação de obras de dois dramaturgos brasileiros: Nelson Rodrigues e Oduvaldo Vianna Filho (Vianinha). A partir de textos aqui considerados como paradigmáticos desses autores, verificamos sua atualidade ou defasagem referente ao presente contexto histórico da sociedade brasileira.


http://www.uniabc.br/site/revista/pdfs/2_carbono_estetico.pdf



Pensamento dialético


A interferência na realidade é a razão do pensamento dialético.

Razão e Paixão - Emir Sader

27/05/2010

Razão e Paixão - Emir Sader



O discurso da esquerda necessariamente parte da denúncia da realidade das nossas sociedades. Busca revelar as mazelas da realidade, às vezes avança na compreensão das raízes dos problemas. Essa é uma atividade permanente e indispensável da militância de esquerda, na luta por uma sociedade justa, solidária, humanista.

Porém, a denúncia e até mesmo a análise das raízes dos problemas são práticas necessárias, mas não suficientes, se não desembocarem em propostas, em alternativas superadoras dos problemas apontados. Os intelectuais e algumas organizações da esquerda se limitam às vezes às denúncias, alguns inclusive reivindicam o papel de “desmascarar” o que consideram ser falsidades propagadas por outros setores da esquerda, como se a verdade pudesse ser resultado da simples denúncia.

O marxismo, que constitui o melhor método de análise e fonte de projetos transformadores da realidade, pretende ser não apenas uma interpretação nova da realidade, mas ter no seu bojo, intrinsecamente, projetos de transformação revolucionária do mundo. Não existe separação entre análise e ação política para o marxismo. Nas palavras de Álvaro Garcia Linera, ele mesmo intelectual revolucionário e dirigente revolucionário boliviano, não pode haver separação entre razão e paixão.

O intelectual tende a privilegiar a teoria – os princípios, a teoria em estado puro – em detrimento da utilização do método dialético, que busca a verdade concreta nos processos históricos realmente existentes. A verdade é concreta, costumam ressaltar sempre Lenin e Gramsci. E não se trata de que a análise sem proposta de intervenção concreta fica incompleta. Não. A análise desvinculada da perspectiva de intervenção não capta os fios que articulam a realidade e perde a capacidade de compreensão da realidade também. As propostas de superação das contradições da realidade existente são um momento de julgamento da veracidade das análises, são a prova concreta de que as análises captaram a realidade na sua dinâmica profunda.

Não por acaso os intelectuais tendem a visões ultra-esquerdistas, quando desvinculados da prática concreta. Porque, entre a pureza da teoria e a impureza das formas concretas que assumem os processos políticos, ficam com a primeira, contrapondo-se à realidade concreta, desqualificada como “impura”. Tendem ao pessimismo e à inação.

Como contrapartida, o pensamento dialético, buscando captar a realidade no seu movimento, articulado em torno das contradições, tende a projetos que apontam para espaços de ação, de acumulação de forças, de intervenção, de transformação da realidade, de paixão intimamente vinculada à razão.


http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=475



quinta-feira, 27 de maio de 2010

Noblat = Talbon ou = Taleban ?

O PIG tem seus porta-vozes cada vez mais desesperados. O Noblat, então, passou dos limites. Prega o golpe na cara dura. A derrota faz parte do jogo. Mas eles não conseguem ouvir o sonoro NÃO que já está sendo pronunciado pela população.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Brasil soberano no cenário internacional

O Brasil soberano no cenário internacional e no doméstico está deixando os lacaios com intensa alergia. Preocupados, já se perguntam: quando poderei tirar os sapatos novamente?



Conheça como funciona a Yuan-Mind:

A Guerra de Yuan narra a história de um intrigante personagem do futuro e de um sombrio mundo de autômatos fortemente moldados e cerceados pelos meios de comunicação, cuja função massificadora é claramente ligada à concentração de um poder central nas mãos da Yuan-Mind,  empresa que controla as engrenagens do mecanismo totalizante e esmagador de Yuan.
 

A direita e o golpe.












A direita e o golpe.

A direita não sabe perder. Quando as eleições se aproximam, percebendo que não terá maioria, parte para o golpe. Orquestra no PIG, no judiciário e em outras esferas para obter o que o povo lhe nega nas urnas. Mas nós não ficaremos indiferentes vendo a marcha dos ressentidos.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

O Datafolha entrou pelo (tu)cano

O Datafolha entrou pelo (tu)cano.

O trabalho do professor e os salários

O trabalho do professor e os salários

As condições adequadas de trabalho pressupõem melhores salários. O preparo do professor requer infraestrutura para acompanhar as discussões de sua especialidade. Livros, cinema, teatro, museus etc. são imprescindíveis para o docente ser atualizado e dialogar com as novas gerações conhecendo os recursos que estas utilizam: internet e novas modalidades de comunicação digital. A cobrança da comunidade reforça o compromisso docente. Quando a comunidade ignora o que se passa na escola, esta se transforma apenas num prédio controlado por burocratas.

domingo, 23 de maio de 2010

O Datafolha entrou numa Frias

O Datafolha entrou numa Frias.

sábado, 22 de maio de 2010

Serra despenca e vai ladeira abaixo. Leva junto o Dataserra.

Serra despenca e vai ladeira abaixo. Leva junto o Dataserra.

É bastante irônica a tentativa do Dataserra de se aproximar da realidade. Começou a se dar conta da canoa furada e parece não querer perder o pouco de credibilidade que lhe restou. Porém, precisará mostrar a distância dos dois candidatos e não esse empate conveniente. Todavia, já é um reconhecimento da necessidade de passar por uma plástica (a cara do instituto dos Frias não está nada boa) depois das tentativas golpistas contra a estatística.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

RESENHA do livro “O RATO PENSADOR”, por Maria Sílvia Betti


RESENHA

SOBRE “O RATO PENSADOR”, de Agenor Bevilacqua Sobrinho.
Companhia Cultural Fagulha, 2002, Coleção Teatro na Escola.
Maria Sílvia Betti - Professora da FFLCH/USP - Universidade de São Paulo



"O RATO PENSADOR" e seu percurso de descobertas e reflexões.

"O Rato Pensador", fábula teatralizada por Agenor Bevilacqua Sobrinho, é a recriação de uma narrativa popular da Sardegna relatada pelo pensador Antonio Gramsci (1891-1937) em uma das cartas que escreveu do cárcere a Giulia, sua mulher. Desenvolvendo o enredo a partir da narrativa evocada por Gramsci, Agenor presta homenagem ao filósofo ao mesmo tempo em que traz ao público brasileiro a oportuna reflexão acerca da responsabilidade social presente na fábula sarda.

O vasto material epistolar deixado por Antonio Gramsci é rico em referências à importância do ato de narrar, assim como em reminiscências de infância impregnadas de menções a historietas correntes no contexto sardo do início do século.

Sendo a Sardegna contemporânea a Gramsci uma região pobre e marcada por problemas sócio-econômicos, o paralelo estabelecido por Agenor com o contexto brasileiro do Nordeste e de regiões de baixa renda torna-se extremamente significativo. Esse é um dos aspectos centrais da fábula recriada e de sua encenação.

Um rato toma o leite que uma mulher, pobre e desempregada, estava reservando para o filho. O choro do menino e a frustração da mãe enchem o rato de remorsos. Disposto a reparar o erro, ele tenta proporcionar ao garoto o leite de que o havia privado, e acaba chegando a uma série de constatações que transformam seu olhar a respeito das relações sociais e do impacto delas sobre a natureza.

No percurso que assim se inicia, o rato é acompanhado por duas pequenas palhacinhas com as quais dialoga e com as quais comenta as dificuldades que encontra ao longo do caminho.

Um enredo simples e desenvolvido a partir de uma situação aparentemente desprovida de aventura leva a surpreendentes desdobramentos: ao contrário do que julga o rato, sua boa vontade individual não é suficiente para sanar o problema, cujas raízes são mais profundas do que ele supunha: a cabra, desnutrida, não tem pastagens para se alimentar, e portanto não pode lhe dar o leite desejado; o capim seco que cresce no campo devastado precisa de água que possa revitalizá-lo a fim de alimentar a cabra e dar-lhe forças para produzir o leite; a fonte, destruída pela guerra, deixa escorrer e perder-se a água que poderia irrigar o campo e fazer crescer o capim; o pedreiro, que não dispõe de pedras, não pode consertar a fonte, e a montanha onde se encontram as pedras sofreu o desmatamento e a erosão resultantes da ação dos especuladores, cujo interesse único é o lucro.

Toda uma conjuntura ampla e complexa vai sendo pouco a pouco desvendada pelo ratinho pensante. Em sua trajetória não faltam os atropelos motivados por encontros com representantes do saber acadêmico (personificado no autoritário Professor Atrapalhão), do tempo expropriado pelo mundo competitivo do trabalho (simbolizado na corrida desenfreada do personagem Atrasildo em sua maratona de compromissos e nas dezenas de relógios que leva consigo) e da incapacidade de transformação (associada ao personagem Apavorado, que nutre um medo supersticioso e apocalíptico de tudo à sua volta).

Ironicamente, a chave para lidar com esse conjunto intrincado de situações acaba sendo fornecida pela Bruxa, figura a quem o rato havia relutado em recorrer, a despeito dos conselhos recorrentes das palhacinhas. A imagem de uma feiticeira perversa e cheia de artimanhas cai por terra quando, vencendo o preconceito, o rato se dispõe a ouvi-la, e descobre nela uma mulher do povo, cuja sensatez e sensibilidade serão decisivas para levá-lo a encontrar a melhor forma de agir diante das situações que se apresentam.

Ao invés de mágicas e sortilégios, o rato encontra nas sugestões da mulher uma perspectiva de ação sobre a realidade à sua volta. As palavras dela apontam para um processo longo, e não para uma solução imediata, e a transformação produzida virá apenas com o tempo: para que o menino tenha o leite, é preciso que a consciência interfira na sociedade e na natureza. A imagem do dominó, sugestivamente presente na brincadeira das crianças no início do espetáculo, funciona como metáfora de toda a cadeia causal de circunstâncias com as quais o rato irá se defrontar e que irão desencadear o seu processo de reflexão e aprendizado.

A fábula de Agenor incorpora à matéria-prima da narrativa de Gramsci um importante elemento de reforço de seu sentido crítico, que é a presença constante do ato de narrar: o rato relata os acontecimentos às duas palhacinhas que o acompanham, e, ao fazê-lo, constrói um olhar sobre eles, permitindo que sejam postos em discussão.

As meninas, que vêem de fora a seqüência dos fatos, interagem e opinam; o rato, colocado diante de suas interlocutoras, critica-as na mesma medida em que compartilha com elas toda a sua aflição.
Também as figuras de Atrapalhão, Atrasildo e Apavorado funcionam como elementos emblemáticos inseridos por Agenor na estrutura da fábula sarda, e permitem uma referência crítica ao mundo da escola, do trabalho e das relações sociais, respectivamente.

A questão ecológica, que perpassa todo o texto, é indissociável da existência da guerra e da exploração da natureza e do trabalho, aspectos que conferem ao espetáculo uma grande riqueza de possibilidades sob o ponto de vista pedagógico.

Gramsci, aprisionado em 1927 e morto dez anos depois, passou sua última década de vida entre o cárcere e as clínicas de saúde, sempre em regime de liberdade vigiada. Na época de sua prisão, seu filho mais velho, Delio, a quem ele não tornaria a ver após ser preso, tinha então três anos de idade, e o mais novo, Giuliano, que ele só conheceu por fotos e cartas, ainda não era nascido.

O desejo de transmitir a eles afeto e experiência foi avidamente canalizado por Gramsci através das cartas, e encontrou em lembranças de infância e em narrativas folclóricas um importante veículo de comunicação com os meninos. Vem daí o cuidado didático e afetuoso com que o filósofo instrui Giulia a recontar a fábula aos garotos: "gostaria de contar agora a Delio uma história da minha terra que me parece interessante. Vou resumi-la para você e você a desenvolverá para ele e para Giuliano".

O resumo feito pelo filósofo não edulcora os elementos originais da narrativa popular, como acontece, via de regra, em narrativas contemporâneas de contos infantis tradicionais. Gramsci preocupa-se em transmitir a Giulia o arcabouço de fatos de forma objetiva e despojada. Isso comprova a eficácia do material narrativo contido no enredo da fábula, que se apresenta rica de elementos a serem, tal como ele recomendou à esposa, desenvolvidos no relato aos meninos.

Ao contrário do que ocorre nos contos de fadas convencionais e nas histórias de aventuras, a riqueza da fábula não está contida nas ações praticadas, mas no conjunto de relações que elas desvelam e na presença implícita daquilo a que Gramsci se refere, em sua carta, como "um verdadeiro plano próprio de trabalho, orgânico e adaptado a um país arruinado pelo desmatamento". Nada mais adequado, portanto, do que o título "O Rato Pensador", referência a um itinerário de descobertas que levam à construção de um pensamento crítico.

A concepção essencial da fábula recriada por Agenor se faz presente na concretização de um preceito essencial que remete não apenas ao pensamento de Gramsci mas também ao do dramaturgo e pensador teatral Bertolt Brecht (1898-1956): as coisas e as conexões mais triviais devem ser examinadas atentamente e discutidas, pois em sua forma e nas relações que constroem existem aspectos importantes a serem conhecidos e dominados. "Em tempo de desordem sangrenta," diz Brecht, "de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural, nada deve parecer impossível de mudar." Esse é, justamente, o espírito do trabalho desenvolvido por Agenor Bevilacqua Sobrinho em seu espetáculo "O Rato Pensador".
Maria Sílvia Betti
Professora da FFLCH/USP – Universidade de São Paulo



O Rato Pensador
Ed. Companhia Cultural Fagulha
editora@ciafagulha.com.br
 
Editora: Cia. Fagulha
ISBN: 85-902373-1-1
Páginas: 60
 

A luz

A luz

Esqui

vava-se das pessoas com andar apressado e turbulento. Quem o visse asseguraria que tinha os pés em brasas, e se indagaria: aonde irá? Por causa de um menor aceno se irritou. Procura outro caminho onde não seja incomodado. Retira-se da rua, do bairro, em seguida da cidade e, depois ainda, do país.

Mergulha sua mão no bolso, em busca da chave da nova casa. Porém, lembra-se de que havia esquecido a porta aberta, o que motivou certa apreensão.

Rigorosamente examina todos os cantos da casa na esperança de que nada esteja faltando.

Circunspecto e quase febril, fica atônito ao perceber um clarão de luz vindo da biblioteca. "Será um disco voador ?"

Com os passos não muito firmes, balbuciando algumas coisas incompreensíveis, resolve, enfim, verificar o que é "aquilo". Algumas gotas de suor nervoso escorrem na testa.

Recruta, próxima à porta, o que lhe resta de forças. Tomado de estupor, suas pernas não obedecem. "Com os diabos, o que acontece?", diz firme, procurando convencer-se de uma calma que não tem.

Uma luz incandescente fere seus olhos, quase cegando-o; em vão pretende impedir com o braço a passagem da luz, que lhe ofusca a visão.

Embriagado de pavor e ao mesmo tempo curioso, irrompe numa disparada em direção à luz.

Todavia, se encanta com sua coragem. Nota que a imensa claridade vem de "um livro. Isto mesmo, um livro".

Sentindo-se arrebatar, compulsivo, segura o livro, quase amassando-o. Sem mais abre o livro.

Entretanto, para sua perplexidade, a luz se esvai. Imediatamente ele retorna àquele estado de paralisia, sem saber o porquê disso tudo.

Quando recobra os sentidos, uma luz muito semelhante, aliás parece a mesma, chama sua atenção, desta feita, vinda de um outro livro.

Está desconfiado e curioso. Encara a luz com fúria. Este gesto, conquanto sua bravura seja grande, não se mantém por muito tempo, pois o brilho é muito intenso.

Decidido, embora cético, se aproxima do livro. Procura demonstrar, com olhar altivo e bastante formal, sua superioridade e honra, feridas.

Volta a tremer levemente, lentamente. Com um pequeno safanão, afasta o medo e se enche de orgulho. "Nada temo!", afirma feliz e seguro de si.

Abre, desta vez com suavidade, o livro emissor da luz. Esta, ao contrário da vez anterior, permanece. Encantado, esboça um longo sorriso. Entontecera de tanto contentamento.

Mas... seu sorriso, era possível entrever, já não expressava a mesma aparência de graça. Quem o visse de certo consideraria encolerizado.

A luz... como que por mágica foi se atenuando, mansamente, sem que se pudesse perceber. "Não é possível... há alguém conluiado com o diabo que me está pregando uma peça." Benzeu-se ao dizer isto.

"Terrível." Assim diria quem o visse. "Deve ser louco", talvez outros supusessem. Desvairado ia de encontro à luz que estava nos livros. Como guerreiro feroz, vencia livro após livro; mas a luz excedia sua pertinácia: brilhava num livro, sumia mas reaparecia em outro, sempre.

Ao final de alguns dias estava recostado, ou melhor, mergulhado entre os livros. Avidamente, devorou todos. Não comeu nem bebeu durante esse tempo.

Esquivava-se das pessoas com andar apressado e turbulento. Quem o visse asseguraria que tinha os pés em brasas, e se indagaria: aonde irá?

Por causa de um menor aceno se irritou. Procura outro caminho onde não seja incomodado... pois a luz o perseguia.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O que quer dizer a sigla TSE?

TSE: Trabalho Somente para Elite.

Maluf e Serra

Maluf e Serra: afinidades eletivas.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Mudar de povo

Já que o povo brasileiro não se comporta como o PSDB quer, será que não é mais fácil para o Serra mudar de povo?

Censura prévia em pesquisa eleitoral

O PSDB vai fazer censura prévia em pesquisa eleitoral. "Em quem o sr.(srª.) pretende votar? Não é no Serra? Então não vale... Próximo(a)."

domingo, 16 de maio de 2010

Tucanic afunda mais

O entreguismo, a antipatia e a arrogância levarão a barca tucana (vulgo Tucanic) para mais fundo ainda.

sábado, 15 de maio de 2010

Dilma passa Serra em pesquisa do Vox Populi

O réquiem do Serra veio de forma antecipada (quer dizer, até o PIG está publicando o resultado da Vox Populi). Qual será o próximo candidato dos bicudos?

Prostituição no capitalismo

Prostituição no capitalismo é uma redundância.

Castelo de areia e seus habitantes tucanos

O Castelo é de areia, mas a grana é concreta. Aliás, a facilidade com que os tubarões obtêm milhões/bilhões em malas, bolsos e Bolsas é emblemático da corrupção intrínseca às instituições. A contrapartida de tudo isso é a miséria produzida por esses parasitas sociais.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Qual é a do TSE?

O TSE virou Comitê Central da campanha demotucana?

O PSDB/DEM precisará justificar os gastos de campanha ao TSE?

A censura prévia foi reeditada pelo pessoal do FHC com o consentimento do TSE?

Se o Brasil erra, vamos para o reinado totalitário do PIG.

Acorda, Brasil!