quarta-feira, 30 de junho de 2010

DERROTOX 45









DERROTOX 45
___________




O Serra não vai poder fazer antidoping nesta eleição.

O sujeito consumiu tudo quanto é vidro de DERROTOX 45.


Serra é um horror



Serra é um horror.

Não conhece a humildade,

Pensa ser gênio da humanidade.

Quando tranquilo, entorna;

Diante da refrega, apela.

Desagrega sem parar,

Nem mesmo os apoios tradicionais consegue manter;

Com sua infinita incapacidade de dialogar, isola-se.

Perito em dossiês, espalha-os à granel,

Instado a responder, pergunta. Foge.

Mal-humorado, quer tristeza.

Mas os brasileiros querem alegrias e não dissabores.

domingo, 27 de junho de 2010

Trabalho de Sísifo



Tentar erguer o Serra é trabalho de Sísifo.


Advertência


O Ministério da saúde adverte.









O resultado de pesquisas eleitorais pode fazer mal à saúde!

Nem o DEMo atura o Serra.



Nem o DEMo atura o Serra.

sábado, 26 de junho de 2010

Serra assegura: Dias piores virão!


Serra assegura: Dias piores virão!

Dias melhores virão. Para a Dilma!


Dias melhores virão. Para a Dilma!

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Desempregado no governo FHC

Registro histórico: o contexto em que vivemos produz nossas formas de pensar sobre a realidade.

Num período recente, ouvimos que aposentados eram "vagabundos"; que havia milhões de "inempregáveis".

Por isso, deixo aqui uma reflexão a respeito do desemprego na época do império do FHC.

Desempregado

Merece viver quem não é explorável pela Sociedade Anônima?

Merece viver quem procura o que se torna cada vez mais escasso?

Sobra, dejeto, imbecil!

Não procure, não perturbe, não amole.

Finalmente encontrou ocupação

Procurar emprego é a sua profissão.

Se manca, se toca;

Você é o único responsável por sua inutilidade,

Desempregado, não há vaga na modernidade.

Vai logo encomendando o seu caixão,

Desgraçado, celerado,

Até para morrer

É um peso social. Infernal!

FMI, Banco Mundial...

O deus é o Capital

Isenção, subvenção, doação, genuflexão para o conglomerado

Porrada para o desempregado.

Nossa complacência nos obriga,

Bilhete só de ida

É a solução final,

Tá acabado:

Overdose pro desempregado!

Vai logo encomendando o seu caixão,

Desgraçado, celerado,

Até para morrer

É um peso social. Infernal!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Tucanic afunda: ainda mais


Os ratos estão abandonando o Tucanic.

Serra pilotará sozinho(?) o barco (que agora se converteu numa pequena canoa) para as profundezas.

Fim de carreira do hiperdesagregador, que parece não se dar conta das consequências de seu estilo.

Equação tucana


Serra estabeleceu para si uma equação suicida.
Quanto maior a exposição, maior a rejeição.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

O Serra conseguiu solucionar sua pendência sobre o vice


O Serra conseguiu solucionar sua pendência sobre o vice.

Encomendou um clone de si mesmo para a árdua tarefa.

Portanto, teremos a dupla "arquichata".

A privatização da USP


A privatização da USP é mais uma das grandiosas obras "patrióticas" do "competente" PSDB.

Primeiro sucateiam; depois, começam com a ladainha da "incapacidade do setor público gerir qualquer coisa".

A cidadania deve combater ativamente esses entreguistas e reacionários.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Não ao candidato dos coronéis






O monopólio da mídia privada tenta impor ao povo brasileiro a eleição do candidato da direita, Serra, do PSDB/DEM.

Mas o povo, compreendendo o que está em jogo, quer barrar o retorno das privatizações lesivas aos interesses nacionais. Petrobrás, Banco do Brasil e outras são do povo brasileiro, e não dos bicudos engomadinhos.

É verdade que há muito a se fazer. Porém não se deve perder de vista o recuo que representaria a vitória do candidato representante dos coronéis.

Portanto, vamos pressionar o governo para atuar mais decididamente em prol das classes exploradas.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Sobre a esperança


Esperança é interessante, desde que não se traduza pelo ato de esperar.

Capitalismo


Socializar miséria para muitos e riqueza para poucos é especialidade do capitalismo.

Harmonia com as coisas

"Quando estou em harmonia com a coisas", disse o sr. Keuner, "eu não compreendo as coisas, elas me compreendem." (Bertolt Brecht)

Erros novos


Já que os erros são inevitáveis, que pelo menos sejam erros novos.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A partir da foto estarrecedora mostrando pessoas na fila para tentar entrar no metrô superlotado






A partir da foto estarrecedora mostrando pessoas na fila para tentar entrar no metrô superlotado, sugiro a seguinte enquete:

O que é mais difícil para o paulistano?

a) Entrar num vagão do Metrô de SP.

b) Deslocar-se no trânsito da cidade "administrada" pelo Kassab, herdeiro do Serra.

c) Acreditar que o Serra gostou do crescimento de 9% do PIB.

d) Suportar as distorções no noticiário do PIG.

e) Todas as anteriores.

Por que a Vale do Rio Doce foi privatizada?

Por que a Vale do Rio Doce foi privatizada?

Porque tinham amigos no vale da amargura.

Fonte:

A doce realidade dos novos donos.

domingo, 6 de junho de 2010

Para quem quiser ver e entender alguma coisa: não, Veja.

Para quem quiser ver e entender alguma coisa: não, Veja.

João. Rock aberto


A elite só quer saber da existência do povo para engraxar seus sapatos. Quando o assunto é interferir na realidade, aí não: "O povo não sabe votar, é desqualificado."

Por isso, nós sempre precisamos e devemos nos manifestar. Para a elite, nós seremos sempre o "João, otário de plantão".

No segundo reinado de FHC a coisa continuava feia e piorou ainda mais.

Este humilde compositor produziu a seguinte canção para retratar os perigos que a realeza corria por imaginar que todos os brasileiros eram um bando de celerados.

Finalmente, o Brasil acordou do berço esplêndido, mas o Serra e sua majestade FHC (o Farol de Alexandria) continuam mais reacionários do que nunca.




João. Rock aberto.


Rock aberto à sua excelência.


Não quero saber de excrescência.


Socorro, Al Capone;


Socorro, Fernando Collor.


Seus recordes estão por um triz.


Os vigaristas atuais


vão superá-los por uns bis.


Agora são as Vales.


Dizem que não valem.


Que loucura!


Estão querendo transformar


As Vales do Rio Doce


No vale da amargura.


E quem vai pagar a diferença


É o João, otário de plantão. (BIS)


Vamos jogar no bicho,


Lá vale o escrito.


Quem pede para esquecer


o que escreveu


não merece confiança


nem da Madre Tereza de


Calcutá, Haiti


É aqui, João, otário de plantão. (BIS)


A(corda), João!


Estão lhe roubando


À luz do dia, da noite, da madrugada;


Até mesmo sem luz.


Eta pessoal trabalhador!


Mas não se preocupe,


quem manda são os iluministas.


Logo vem a tese


para lhe explicar


que assim você será,


finalmente, cidadão.


Viva o João!, otário de plantão. (BIS)


Mas o lamento


É pequeno, meu irmão.


A história vem de longe


Já rifaram o tataravô


de nosso tataraneto.


E as prestações


da reeleição


vão de geração em geração.


Paga o João, otário de plantão. (BIS)


A(corda), sociólogo,


Chegou a sua hora.


Já mandaram avisar


lá do futuro


que não pagam a fatura, não!


Lá não tem João, otário de plantão. (BIS)


Basta de reeleição!


Começa a trabalhar,


não dá moleza pra sorte;


Senão, até o João,


desperta do


berço esplêndido.


E aí, ó, ó!


Deixa de ser


João, o otário de plantão. (BIS)

Não é dossiê do Serra, é livro: "Os porões da privataria" de Amaury Ribeiro Jr.

http://www.conversaafiada.com.br/pig/2010/06/04/livro-desnuda-a-relacao-de-serra-com-dantas-e-por-isso-que-serra-se-aloprou/

O Conversa Afiada recebeu de amigo navegante mineiro o texto que serve de introdução ao livro “Os porões da privataria” de Amaury Ribeiro Jr., que será lançado logo depois da Copa, em capítulos, na internet.

Vai desembarcar na eleição.

É um trabalho de dez anos de Amaury Ribeiro Jr, que começou quando ele era do Globo e se aprofundou com uma reportagem na IstoÉ sobre a CPI do Banestado.

Não são documentos obtidos com espionagem – como quer fazer crer o PiG (*), na feroz defesa de Serra.

É o resultado de um trabalho minucioso, em cima de documentos oficiais e de fé pública.

Um dos documentos Amaury Ribeiro obteve depois de a Justiça lhe conceder “exceção da verdade”, num processo que Ricardo Sergio de Oliveira move contra ele. E perdeu.

O processo onde se encontram muitos documentos foi emcaminhado à Justiça pelo notável tucano Antero Paes e Barros e pelo relator da CPI do Banestado, o petista José Mentor.

Amaury mostra, pela primeira vez, a prova concreta de como, quanto e onde Ricardo Sergio recebeu pela privatização.

Num outro documento, aparece o ex-sócio de Serra e primo de Serra, Gregório Marin Preciado no ato de pagar mais de US$ 10 milhões a uma empresa de Ricardo Sergio.

As relações entre o genro de Serra e o banqueiro Daniel Dantas estão esmiuçadas de forma exaustiva nos documentos a que Amaury teve acesso. O escritório de lavagem de dinheiro Citco Building, nas Ilhas Virgens britânicas, um paraíso fiscal, abrigava a conta de todo o alto tucanato que participou da privataria.

Não foi a Dilma quem falou da empresa da filha do Serra com a irmã do Dantas. Foi o Conversa Afiada.

Que dedica a essa assunto – Serra com Dantas – uma especial atenção.


Leia a introdução ao livro que aloprou o Serra:


Os porões da privataria



Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do país, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC. Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três dos seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, tem o que explicar ao Brasil.

Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marín Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marín. Além de primos, os dois foram sócios. O “Espanhol”, como (Marin) é conhecido, precisa explicar onde obteve US$ 3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos 1990. E continuará relatando como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro ingressa no Brasil …

Atrás da máxima “Siga o dinheiro!”, Ribeiro Jr perseguiu o caminho de ida e volta dos valores movimentados por políticos e empresários entre o Brasil e os paraísos fiscais do Caribe, mais especificamente as Ilhas Virgens Britânicas, descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e por muitos brasileiros espertos depois disso. Nestas ilhas, uma empresa equivale a uma caixa postal, as contas bancárias ocultam o nome do titular e a população de pessoas jurídicas é maior do que a de pessoas de carne e osso. Não é por acaso que todo dinheiro de origem suspeita busca refúgio nos paraísos fiscais, onde também são purificados os recursos do narcotráfico, do contrabando, do tráfico de mulheres, do terrorismo e da corrupção.

A trajetória do empresário Gregório Marin Preciado, ex-sócio, doador de campanha e primo do candidato do PSDB à Presidência da República mescla uma atuação no Brasil e no exterior. Ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), então o banco público paulista – nomeado quando Serra era secretário de planejamento do governo estadual, Preciado obteve uma redução de sua dívida no Banco do Brasil de R$ 448 milhões (1) para irrisórios R$ 4,1 milhões. Na época, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor da área internacional do BB e o todo-poderoso articulador das privatizações sob FHC.

(Ricardo Sergio é aquele do “estamos no limite da irresponsabilidade. Se der m… “, o momento Péricles de Atenas do Governo do Farol – PHA)
Ricardo Sérgio também ajudaria o primo de Serra, representante da Iberdrola, da Espanha, a montar o consórcio Guaraniana. Sob influência do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, mesmo sendo Preciado devedor milionário e relapso do BB, o banco também se juntaria ao Guaraniana para disputar e ganhar o leilão de três estatais do setor elétrico (2).

O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$ 3,2 milhões no exterior através da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova York. É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.

A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$ 17 mil (3 de outubro de 2001) até US$ 375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos. E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$ 1,5 milhão.

O maior depósito do endividado primo de Serra na Beacon Hill, porém, ocorreu em 25 de setembro de 2001. Foi quando destinou à offshore Rigler o montante de US$ 404 mil. A Rigler, aberta no Uruguai, outro paraíso fiscal, pertenceria ao doleiro carioca Dario Messer, figurinha fácil desse universo de transações subterrâneas. Na operação Sexta-Feira 13, da Polícia Federal, desfechada no ano passado, o Ministério Público Federal apontou Messer como um dos autores do ilusionismo financeiro que movimentou, através de contas no exterior, US$ 20 milhões derivados de fraudes praticadas por três empresários em licitações do Ministério da Saúde.

O esquema Beacon Hill enredou vários famosos, entre eles o banqueiro Daniel Dantas. Investigada no Brasil e nos Estados Unidos, a Beacon Hill foi condenada pela justiça norte-americana, em 2004, por operar contra a lei.

Percorrendo os caminhos e descaminhos dos milhões extraídos do país para passear nos paraísos fiscais, Ribeiro Jr. constatou a prodigalidade com que o círculo mais íntimo dos cardeais tucanos abre empresas nestes édens financeiros sob as palmeiras e o sol do Caribe. Foi assim com Verônica Serra. Sócia do pai na ACP Análise da Conjuntura, firma que funcionava em São Paulo em imóvel de Gregório Preciado, Verônica começou instalando, na Flórida, a empresa Decidir.com.br, em sociedade com Verônica Dantas, irmã e sócia do banqueiro Daniel Dantas, que arrematou várias empresas nos leilões de privatização realizados na era FHC.

Financiada pelo banco Opportunity, de Dantas, a empresa possui capital de US$ 5 milhões. Logo se transfere com o nome Decidir International Limited para o escritório do Ctco Building, em Road Town, ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A Decidir do Caribe consegue trazer todo o ervanário para o Brasil ao comprar R$ 10 milhões em ações da Decidir do Brasil.com.br, que funciona no escritório da própria Verônica Serra, vice-presidente da empresa. Como se percebe, todas as empresas tem o mesmo nome. É o que Ribeiro Jr. apelida de “empresas-camaleão”. No jogo de gato e rato com quem estiver interessado em saber, de fato, o que as empresas representam e praticam é preciso apagar as pegadas. É uma das dissimulações mais corriqueiras detectada na investigação.

Não é outro o estratagema seguido pelo marido de Verônica, o empresário Alexandre Bourgeois. O genro de Serra abre a Iconexa Inc no mesmo escritório do Ctco Building, nas Ilhas Virgens Britânicas, que interna dinheiro no Brasil ao investir R$ 7,5 milhões em ações da Superbird. com.br que depois muda de nome para Iconexa S.A…Cria também a Vex capital no Ctco Building, enquanto Verônica passa a movimentar a Oltec Management no mesmo paraíso fiscal. “São empresas-ônibus”, na expressão de Ribeiro Jr., ou seja, levam dinheiro de um lado para o outro.

De modo geral, as offshores cumprem o papel de justificar perante o Banco Central e à Receita Federal a entrada de capital estrangeiro por meio da aquisição de cotas de outras empresas, geralmente de capital fechado, abertas no país. Muitas vezes, as offshores compram ações de empresas brasileiras em operações casadas na Bolsa de Valores. São frequentemente operações simuladas tendo como finalidade única internar dinheiro nas quais os procuradores dessas offshores acabam comprando ações de suas próprias empresas… Em outras ocasiões, a entrada de capital acontecia através de sucessivos aumentos de capital da empresa brasileira pela sócia cotista no Caribe, maneira de obter do BC a autorização de aporte do capital no Brasil. Um emprego alternativo das offshores é usá-las para adquirir imóveis no país.

Depois de manusear centenas de documentos, Ribeiro Jr. observa que Ricardo Sérgio, o pivô das privatizações — que articulou os consórcios usando o dinheiro do BB e do fundo de previdência dos funcionários do banco, a Previ, “no limite da irresponsabilidade” conforme foi gravado no famoso “Grampo do BNDES” — foi o pioneiro nas aventuras caribenhas entre o alto tucanato. Abriu a trilha rumo às offshores e as contas sigilosas da América Central ainda nos anos 1980. Fundou a offshore Andover, que depositaria dinheiro na Westchester, em São Paulo, que também lhe pertenceria…

Ribeiro Jr. promete outras revelações. Uma delas diz respeito a um dos maiores empresários brasileiros, suspeito de pagar propina durante o leilão das estatais, o que sempre desmentiu. Agora, porém, existe evidência, também obtida na conta Beacon Hill, do pagamento da US$ 410 mil por parte da empresa offshore Infinity Trading, pertencente ao empresário, à Franton Interprises, ligada a Ricardo Sérgio.

(1)A dívida de Preciado com o Banco do Brasil foi estimada em US$ 140 milhões, segundo declarou o próprio devedor. Esta quantia foi convertida em reais tendo-se como base a cotação cambial do período de aproximadamente R$ 3,2 por um dólar.

(2)As empresas arrematadas foram a Coelba, da Bahia, a Cosern, do Rio Grande do Norte, e a Celpe, de Pernambuco.

(*) PiG: Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

sábado, 5 de junho de 2010

Tiro pela culatra

Pela "onézima" vez, não adianta vir bicar o nosso cérebro pensando que é carniça.

A turma do PIG, em flagrante ato de desespero, cai na própria cilada.

Serra, não é à toa que nem seus amigos te suportam.

Folha de São Paulo

A Folha Aloprada de São Paulo está mal das pernas.

Tenta jogar um bote salva-vidas para Serra, seu candidato, mas todas as iniciativas de fornecer oxigênio para o dito cujo não têm êxito, e o cadáver político da direita está em franca decomposição. Haja paciência.

Abre-te, Sésamo do PIG.


Quer dizer que o cavernoso não quer que saibamos sobre o conteúdo da caverna?

Que os acordos bicudos feitos em privado não podem vir a público?

Que as privatizações "republicanas" deles não passavam de ações de Ali Babá?

Abre-te, Sésamo do PIG.

"É a economia, idiota."

É o nocaute da economia. Serra levará um direto de esquerda que toda a fila de dominó do PIG cairá junto.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Serra não é doce, inventa dossiê.


Serra não é doce, inventa dossiê.

Está perdendo, liga pra Veja.

Não se conforma, chama o FHC.

Cai mais, entra em parafuso.

Suplica ao Aécio, este não o quer.

Apela ao Tasso, idem.

Serra não aglutina, só constrange.

A antipatia bicuda apela ao PIG, mas a povo os rejeita.

Serra: encerra a carreira melancolicamente, como porta-voz da direita.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

"O analfabeto político" - Bertolt Brecht


"O analfabeto político" - Bertolt Brecht

O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, os preços do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política.
Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nascem a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos: que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
Conheça como funciona a Yuan-Mind:

A Guerra de Yuan narra a história de um intrigante personagem do futuro e de um sombrio mundo de autômatos fortemente moldados e cerceados pelos meios de comunicação, cuja função massificadora é claramente ligada à concentração de um poder central nas mãos da Yuan-Mind,  empresa que controla as engrenagens do mecanismo totalizante e esmagador de Yuan.