domingo, 24 de julho de 2011

Mito da caverna



Mito da caverna




Imaginemos uma caverna separada do mundo externo por um alto muro. Entre o muro e o chão da caverna há uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior, deixando a caverna na obscuridade quase completa. Desde o nascimento, geração após geração, seres humanos são enviados ali pelo PIG.

As pessoas ficam de costas para a entrada, acorrentadas nas grades de vídeos, de jornais e de revistas que contam sempre a mesma ladainha. São adestradas a visitar templos sagrados de consumo impostos pelo PIG, não movendo a cabeça para lugar distinto do ordenado pelas oligarquias piguianas. Não tendo consciência de si e dos demais, asseveram existir apenas a ficção elaborada por grandes corporações que os mantêm presos a uma mentalidade mesquinha e predatória, caracterizada por o homem ser o lobo do homem e o trabalho ser objeto de intensa exploração e destituído de sentido para os produtores que, alienados, não se reconhecem enquanto autores do que elaboraram. Portanto, a riqueza é apropriada pelos proprietários dos meios de produção, os quais encomendam lenitivos e outros narcóticos para manter os encarcerados entorpecidos por um entretenimento imbecilizante.

Do lado de fora, há diversas frentes procurando romper o cerco midiático a que estão sujeitos os sequestrados da realidade pelo PIG. Este utiliza servomecanismos múltiplos para conservar a catatonia dos habitantes da caverna.

Os prisioneiros julgam que o discurso piguiano e seus simulacros são a própria realidade, de maneira que os adversários do sistema da caverna são denominados de terroristas, esquerdistas, comunistas, blogueiros sujos etc.

Os alienados imaginam que as vozes dos vídeos, das revistas e dos jornais são suas próprias falas, de tal forma que atribuem a si mesmos as ideias diuturnamente impostas pelos canais de distorção da realidade monopolizados pelo PIG.

Em função do hábito, tomam a ficção piguiana por realidade. Essa confusão, porém, não é causada pela natureza dos prisioneiros e sim pelas condições adversas em que se encontram.

A batalha dos inimigos da mídia totalitária é resgatar os que ainda não têm condições de se desvencilhar das amarras e condicionamentos mentais dos aprisionados.

Antigos cativos fazem parte das brigadas antiPIG. Eles estavam inconformados com a condição miserável em que se achavam e decidiram abandoná-la. Fabricaram instrumentos para quebrar seus grilhões. Inicialmente, tiveram inúmeras dificuldades, mas enfrentaram os obstáculos de um caminho íngreme e difícil, e saíram da caverna.

Comparando o que viam/ouviam/liam nas sessões piguianas de lavagem cerebral e a extrema diferença descoberta no exterior daquele mundinho medíocre, sentiram-se divididos entre a incredulidade e o deslumbramento. Agora, precisariam decidir onde se localiza a realidade: no que observam atualmente ou nas sombras piguianas em que sempre viveram. Deslumbramento (ferido pela luz) porque seus olhos não conseguem ver com nitidez as coisas sob outro prisma. Confusos, o primeiro impulso deles é retornar à caverna, atraídos pela alienação, que lhes parece mais acolhedora. Aprendem a ver e esse aprendizado é doloroso, pois se dão conta da necessidade de deixar de lado ideias e costumes familiares e conhecidos.

Entretanto, em virtude dos percalços e riscos que assumiram, os ex-prisioneiros permanecem no exterior e começam a investigar o mundo a partir de outras perspectivas. Aos poucos, habituam-se ao antes desconhecido e passam a ser felizes por ver as coisas como realmente são, ou seja, completamente distintas dos enredos piguianos.

Estimulados, não querem jamais voltar à condição anterior e lutarão com todas as suas forças para nunca regressarem a ela.

Todavia, não podem evitar lastimar a condição dos que continuam cativos e, por fim, tomam a difícil decisão de regressar ao subterrâneo sombrio para contar aos restantes o que viram e convencê-los a se libertarem também.

Que acontece nesse retorno? Os prisioneiros zombam deles, não acreditando em suas palavras e, se não conseguem silenciá-los com suas caçoadas, tentam fazê-lo internando-os nas antigas poltronas nas quais serão obrigados a voltar a assistir a programação piguiana exaustivamente para deixarem de ser chamados de terroristas, sujos e subversivos.

Apesar do uso saturado da censura e controle, os brigadistas, infensos ao palavrório de maré baixa, continuam a emitir suas visões que destoam do estabelecido pelos agentes piguianos. Alguns ouvem, e contra a vontade dos demais, também decidem sair da caverna rumo à realidade. Conhecem outras pessoas, visitam blogs sujos, leem filósofos, sociólogos etc. e passam a engrossar as fileiras da contestação às redes piguianas.

Atualmente, os mecanismos de domínio piguianos se encontram sob ataques constantes, erodindo as fortificações antes tidas como inexpugnáveis.



The Cave: An Adaptation of Plato's Allegory in Clay.


Animação com argila representa a Alegoria da Caverna de Platão, contida em A República, no Livro VII.

A animação “Plato’s Allegory of the Cave” (A Alegoria da Caverna de Platão) tem a direção de Michael Ramsey, bonecos de argila criados pelo artista Jon Grigsby e mais de 4.000 fotos iluminadas por luz de vela.





Lançamento do livro A Guerra de Yuan, de Agenor Bevilacqua Sobrinho

http://agenorbevilacquasobrinho.blogspot.com/2015/01/lancamento-do-livro-guerra-de-yuan-de.html





Agenor Bevilacqua Sobrinho lança livro “A Guerra de Yuan”




A Guerra de Yuan narra a história de um intrigante personagem do futuro e de um sombrio mundo de autômatos fortemente moldados e cerceados pelos meios de comunicação, cuja função massificadora é claramente ligada à concentração de um poder central nas mãos da Yuan-Mind,  empresa que controla as engrenagens do mecanismo totalizante e esmagador de Yuan. 

  

28 comentários:

  1. Assim como os moradores da caverna, a nossa sociedade tem suas raízes em mitos e crenças das quais nem sabemos se está correto ou errado. São histórias pra fundamentar fatos e fazer cm que sejamos tementes à algo ou alguém. Desde os primórdios da fundação da Igreja Católica ouvimos dizer sobre Adão e Eva e o fruto proibido. Por conta de uma maçã eles foram expulsos do Paraíso e condenaram toda a humanidade a sofrer por suas atitudes. Mas quem pode nos garantir que Deus é esse sertão impiedoso e cruel?
    Histórias passadas de geração em geração e continuamos presos a vícios, a manias e medos irracionais; Criamos fobias, aversões, alusões e seguimos semeando, cultivando e disseminando histórias que nem sabemos dizer se são falsas ou não.
    O exemplo mais famoso que podemos obter sobre o Mito da Caverna está na famosa trilogia cinematográfica “Matrix”. O que aconteceria conosco se descobríssemos que o mundo em que vivemos hoje é uma farsa? Uma simples projeção em nossas mentes? Uma matrix? Será que reagiríamos com alguma coerência e sanidade ou será que enlouqueceríamos? Se observarmos a história poderemos ver que enquanto alguns lutam contra a “ilusão” que a matrix produz outros tentam desesperadamente voltar para ela, nem que isto custe sacrificar a vida de alguns poucos que o acolheram. Exatamente assim acontece conosco quando alguém decide expor uma “verdade” diferente do que conhecemos: alguns lutam para fazer com que todos a vejam enquanto outros tentam silenciar aqueles que tiveram a coagem de revelar o que estava escondido, causando incomodo e mal estar.
    Infelizmente a humanidade vai seguir seu curso com cada individuo lutando pela sua “verdade absoluta” e aqueles que possuem a resposta para nossas aflições ou já estão mortos ou serão calados por nossa ignorância.
    Alessandra Rodrigues da Silva 2NA

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  2. Os problemas existentes são pessoas que passaram anos acorrentadas, não podendo mover-se não tendo consciência de si e dos outros, vivendo em corporações de uma mentalidade mesquinha e predatória, onde os encarcerados entorpecidos por um entretenimento imbecilizante. As dificuldades para quebrar seus grilhões e soltar as amarras, depois para se acostumar com a luz ,porque eles viviam no escuro, pela incredulidade e o mundo medíocre em que viviam, e continuam com a liberdade e os conhecimentos obtidos e não serem caçoados pelos que ficaram presos não acreditando na imensidão que havia do lado de fora.
    Ana Paula Silva
    Ra. 30034027
    Curso Ciências Contábeis 2 Na
    Uni ABC

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  3. O mito da caverna é uma metáfora de viver na ilusão, como na caverna eles achavam que o mundo que eles viviam era a única realidade existente, fazendo os acreditarem que o falso é verdadeiro.
    Por criarem essa imagem e esses pensamentos que eram passados de geração a geração, enfrentam serio problemas quando resolvem busca e conhecer uma nova realidade, no começo é muito difícil, pois, viver no escuro e de repente vê o clarão que os faz enxergar outro mundo e hábitos que desconheciam, traz uma sensação de insegurança, pensam em desistir e volta pro cômodo, à realidade que para eles antes era a única e verdadeira.
    Mas para conseguir sair do escuro que a caverna proporcionava, tem que enfrentar o medo, o medo do que podem vir a conhecer, mas, se não conhecerem não saberiam se teria sido bom, precisam abandonar o cômodo, por acostumar viver aquela situação, deixando os cegos, e com medo de arriscar e conhecer novas coisas, para isso precisa estar de mente aberta para as novas possibilidades e as novas verdades, analisando cada situação para saber qual vai ser a verdade que podem acreditar, desiludindo de coisas que antes pensavam que os faziam bem, e que só os transformavam em pessoas acorrentadas psicologicamente pelo seu próprio medo de conhecer e enfrentar a verdadeira realidade.
    Juliana Dias de Almeida
    RA: 30033314
    2NA Ciências Contábeis
    Uniabc

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  4. O mito da caverna é uma metáfora de viver na ilusão, como na caverna eles achavam que o mundo que eles viviam era a única realidade existente, fazendo os acreditarem que o falso é verdadeiro.
    Por criarem essa imagem e esses pensamentos que eram passados de geração a geração, enfrentam serio problemas quando resolvem busca e conhecer uma nova realidade, no começo é muito difícil, pois, viver no escuro e de repente vê o clarão que os faz enxergar outro mundo e hábitos que desconheciam, traz uma sensação de insegurança, pensam em desistir e volta pro cômodo, à realidade que para eles antes era a única e verdadeira.
    Mas para conseguir sair do escuro que a caverna proporcionava, tem que enfrentar o medo, o medo do que podem vir a conhecer, mas, se não conhecerem não saberiam se teria sido bom, precisam abandonar o cômodo, por acostumar viver aquela situação, deixando os cegos, e com medo de arriscar e conhecer novas coisas, para isso precisa estar de mente aberta para as novas possibilidades e as novas verdades, analisando cada situação para saber qual vai ser a verdade que podem acreditar, desiludindo de coisas que antes pensavam que os faziam bem, e que só os transformavam em pessoas acorrentadas psicologicamente pelo seu próprio medo de conhecer e enfrentar a verdadeira realidade.
    Juliana Dias de Almeida
    RA: 30033314
    2NA Ciências Contábeis
    Uniabc

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  5. O filme retrata homens acorrentados a anos, viam somente sombras das pessoas que passavam pelo lado de fora da caverna que era projetada através de uma fogueira sendo a única visão e sons que tinham do mundo. O medo de mudanças de transformações faz com os homens crie um bloqueio, vivendo sempre na mesmice.
    Em minha opinião estamos na caverna, mudando apenas o meio que vivemos e de como o utilizamos, através da televisão e de todos os meios de comunicações existentes.
    E cada vez mais estamos nos tornando hipócritas, pois sabemos que estamos agindo de forma errônea, mas continuamos errando, pois é mais fácil sermos a platéia do que agirmos e temos que mudar muitas coisas mudar a maneira de pensar de cada pessoa
    Silas da Costa
    RA 30040031
    2NA Ciências Contábeis

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  6. Os problemas mais agravantes da caverna são o, medo, falta de coragem e a maldade.
    Essas três palavras que assombra milhares de pessoas, que tem medo de enfrentar o mundo fora da caverna, onde é posto muitos obstáculos criado pelo homem o famoso mito, deixa as pessoas
    presas em seus próprios pensamentos, com dificuldades de se libertar para o mundo. Temos que ser curiosos para enfrentar o mito criado pelos homens ”de modo geral, tentando facilitando vida de si próprio”.

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  7. Entendemos que se um prisioneiro se libertasse da caverna, em primeiro lugar ele iria olhar tudo ao seu redor, conhecer as verdadeiras imagens que eram vistas apenas através de sombras, descobrir criaturas estranhas, lugares estranhos, cores, luzes e pessoas, ou seja, a imensidão de coisas que estavam ao seu lado e que nunca puderam ser descobertas pela prisão que viviam.
    Com todas essas surpresas vistas, acredito que ele gostaria de retornar a caverna para compartilhar com seus colegas toda a experiência vivida, a questão é se os colegas, iriam acreditar nele, já que os demais não conheciam nada que não fosse aquela caverna.
    Comparamos com os tempos atuais, podemos perceber que nos limitamos a olha o que está em nossa volta, enquanto o universo ao nosso redor nos apresenta várias oportunidades que passam desapercebidas.
    O mundo se compara uma caverna, as vezes somos enganados e vemos algo do outro lado que proporciona uma vida melhor e ficamos inibidos, porém temos que romper a barreira e quando passamos jamais queremos voltar, igualmente os prisioneiros, foram enganados, e depois resolveram descobrir algo que deixaram felizes e jamais quiseram voltar para a caverna, e por incrível que pareça, ainda tem gente que acreditam nos mitos, e principalmente o medo que toma o ser humano.
    Jairo Telles Urbano
    RA 30031972 Ciências Contábeis - 2NA

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  8. O grande desafio da caverna é a coragem, para deixar o comodismo. Pessoas que ficaram anos acorrentadas a uma realidade falsa, onde não tem a liberdade de pensarem da maneira que acham correta, pois aprendem que devem pensar de tal modo que nunca poderão mudar, deverão ficar na mesmice, na realidade que melhor convém aos que os mantém presos e não aos prisioneiros. Essas pessoas precisam de coragem, força de vontade para conseguirem sair da falsa realidade e entrarem na verdadeira realidade, onde cada um tem seu direito de expressão. Há outro desafio também, compreenderem que mesmo que a realidade que temos seja difícil ou que nos desanime não podemos evitá-la e retornar à falsa realidade, para o comodismo. Além de tudo, devemos ter coragem para depois de libertados, voltar para a caverna e mostrar para as pessoas que estão lá que o mundo é diferente, que a vida fora da caverna é diferente.

    Regina Aline Sankauskas
    2NA Ciências Contábeis
    RA: 30036931
    UniABC

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  9. O mito da caverna nos mostra que o medo,a falta de comunicação e a maldade faz com que muitas pessoas não tenha coragem de enfrentar o mundo lá fora,pois ficam com medo do que vão ter que enfrentar.A falta de conhecimento é um meio de se estar preso também,pois as pessoas ficam com medo de enfrentar o mundo devido a falta de conhecimento.Para sair da caverna devemos ter coragem,curiosidade,força de vontade e conhecimento,assim poderemos enfrentar esse medo e viver no mundo com mais liberdade.
    Tatiana Leite Araujo
    RA:30039906
    2NA Ciências Contabeis

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  10. O filme retrata homens presionado dentro da caverva não tendo a coragem de sair, na vida real existe várias pessoas na mesma situação do filme, pois passa vida inteira para tomar descisões.
    Aleksandro
    RA 30032108
    2 NA Ciencias Contabeis

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  11. Quando estão dentro da caverna, ao ficarem presos se conhece apenas a realidade que esta ali, e criam um mundo de ilusão, ficam presos a escuridão, o medo do desconhecido. Com a liberdade, vem a primeira dificuldade, adaptação a luz, e após ver que o mundo não é aquilo ele conhecia na caverna , mas que existe muitas outras oportunidades, e quebramos os paradigmas da caverna.
    Beatriz Melo
    2NA Ciências Contábeis
    UniABC

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  12. Os problemas que existem na caverna é a "zona de conforto" que nós colocamos em nossas vidas e não temos a CORAGEM de enfrentar. Nós sabemos que ao sair dessa zona de conforto, o mundo e a sociedade em si pode ser cruel e o medo de enfrentar é um passo que deixamos de andar e toda vez que vemos a sombra na parede é uma oportunidade perdida.
    Nunca sabemos se foi uma boa oportunidade ou uma má, só basta um simples passo, uma simples decisão ou atitude e o 'conforto' em que vivemos será alterado. Ficar na caverna é fugir da realidade, é viver nos sonhos e ambições que não pode se realizar.

    Roger Ribeiro
    2NA HCC 30032914

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  13. A vida dos habitantes da caverna era difícil, só viviam de imaginação eles não queriam enxergar a realidade, era uma vida de ilusões,além de passarem o tempo todo acorrentados,para sair de la era preciso muita coragem pois eles já estavam acostumados com a vida que levavam.
    Vanessa Ap Salva
    2NA Ciencias Contabeis
    RA30038566

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  14. O mito da caverna é a história de pessoas que não conhecem a verdadeira realidade do mundo em que vivem. Foram ensinados a eles dentro da caverna costumes totalmente diferentes dos costumes de fora da caverna, por isso os que não sairam de lá não conseguem acreditar nas palavras de seus amigos que sairam da caverna e viram a verdadeira realidade. Por isso nunca se pode deixar de acreditar em coisas que você não sabe se existe ou não, mais tambem não se deve nunca ter medo dessas coisas na qual não conhece, o correto é sempre tentar conhecer as coisas em que ainda não conhece para depois tirar sua conclusão a respeito do assunto.

    Renato Andrade R.A.30030387 - 2NA Contábeis

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  15. O mito da caverna tem o objetivo de mostrar algo que acontece no dia-a-dia de cada ser humano. As vezes temos medo de descobrir a realidade e vivemos acreditando em algo, só para não sofrermos.
    É preciso muita coragem para conseguir sair da caverna e conviver com a realidade fora dela.

    Débora Miranda
    2NA - HCC - 30038923

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  16. O mito da caverna é o mito das nossas vidas...as pessoas mesmo nos dias de hoje moram em cavernas. A nossa vida toda é feita de mudanças e adaptações, porém nem todos gostam dessas mundanças e preferem viver na ignorancia da falta de conhecimento. Isso é muito visivel em todos os aspectos, basta raparar como um trabalhador pode vir a ficar anos fazendo a mesma função sem nenhuma melhoria, por quê? Porque é muito mais facil fazer aquilo que ja lhe é de costume do que procurar mudar, acrescentar experiencias e então poder se destacar. Nossas vidas, sonhos, vontades, desejos sempre estão esbarrando na parede do medo das coisas novas e isso impede que busquemos mudar a nossa situação. Desde crianças aprendemos que é necessario buscar sempre mais, de bebês que não andam nem falam aprendemos palavras e passos, mais tarde ja na vida escolar aprendemos sobre nossa historia e sobre o lugar em que vivemos, aprendemos que temos que sempre estar em busca do melhor, porem ao mesmo tempo que institutos educacionais tentam abrir os olhos dos seus alunos a mídia os cega, mostrando somente aquilo que é de interesse daqueles que se encontram no poder. As pessoas são tão comodistas e hipócritas que reconhecem o mal que a maioria dos meios de comunução nos fazem, mas mesmo assim se deixam levar pela facilidade e praticidade que esses meios oferecem e diante disso se calam. Infelizmente as pessoas hoje ja se acostumaram a viver nesse mundo, nessa caverna de horrores, onde a violencia impera e o medo do mundo melhor atrasa cada vez mais o sonhos daqueles que tentam a todo custo sair!

    Carolina Alves
    RA: 30031305 2NA Contábeis

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  17. Quando mencionamos o mito da caverna, estamos lidando com pessoas crentes a uma unica realidade, o maior desafio em sair da caverna é o medo de conhecer o que há fora dela, não ter a curiosidade, a ambição de novos conhecimentos. Acabam se acomodando com a vida que tem, se mantendo na mesma ignorância daquela vida. Essa situação se reflete perfeitamente nos dias atuais, onde vivemos no mundo da mídia, acreditando em tudo o que vemos, ouvimos, tudo aquilo que nos impõem, não expondo a maneira de casa um pensar. Isso mostra cada vez mais que é muito mais fácil ir pelo que todos acham do que lutar por sua opinião, lutar pelo correto.

    Mariana da Silva Ribeiro
    2NA Ciências Contábeis RA 30030578

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  18. No mito da caverna de Platão os habitantes acreditavam que viviam no mundo real até o momento que um morador da caverna sai da caverna e descobre o mundo real, não sendo aquele que eles viviam, o que eles viviam era apenas sombras imagem que refletiam na parede do mundo real .A partir deste momento começa os problemas dentro da caverna já que ele tenta convencer os outros que o que eles vivem são apenas sombras do mundo real,que se encontra fora da caverna, e tenta convence-los a abandona-la e ir ao encontro do mundo real e acaba sendo tratado como louco pois eles preferem viver na ilusão do que descobrir o que tem além da caverna.
    ANDREIA AP SALVA
    2NA CIENCIAS CONTABEIS

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  19. O mito da caverna mostra as pessoas acomodadas, que acreditavam em tudo que lhe era dito, sem questionamentos, pessoas com senso comum que vive somente na ilusão.
    Para sair da caverna é preciso enfrentar os bloqueios do medo, é preciso ter coragem para buscar conhecimento, inovação para outra realidade existente fora da caverna.

    Vanessa Maria RA 30032766 2NA Ciências contábeis.

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  20. Fernanda Milani

    "O "mito da caverna" é uma história figurativa da sociedade mais antiga e ainda atual.
    Muitos, ainda hoje, se restringem de coisas novas, outras visões, pensamentos por causa do medo.
    O medo não permite que tenhamos curiosidade suficiente para "descobrir" pois estamos "iludidos" e temendo o "castigo".
    Devemos vence-lo para descobrir, conhecer e vencer as situações que nos são impostas..."

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  21. O "mito da caverna" é uma história figurativa que remete o que a sociedade mais antiga e atual vive,e para sair da caverna é preciso enfrentar os bloqueios do seu medo, é preciso ter coragem para buscar o conhecimento,e a inovação para outras realidades existentes fora da caverna.

    Thais Cristine Souza Amorim
    2 NA Ciências Contábeis

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  22. O mito da caverna fala sobre o não conformismo diante da ignorância. Quando o jovem sai da caverna e se deslumbra com o mundo exterior, ele acaba adquirindo o conhecimento que até então não possuía. Mas esse mito também fala de solidariedade, sentimento de equipe, mesmo que seja somente por parte do nosso valente desbravador. Adquirindo o conhecimento com sua incursão no mundo exterior, ele não se conforma em deixar seus semelhantes na escuridão e, desta forma, retorna para a caverna para contar sobre as coisas que viu lá fora. Mas o mito da caverna também fala de descrença, de inveja e de ignorância, pois o nosso rapaz é assassinado quando retorna do exterior e conta aos outros o que viu lá fora. Para quem saboreou gostos, cheiros, cores e texturas tão diferentes lá fora, não pode se conformar com o continuísmo, com o conformismo da uniformidade. O conhecimento acaba por transformar todos os que provam da sua infinitude, da quebra das impossibilidades.

    Jéssica Michel Angelo - 1NA Ciências Contábeis RA: 30039295

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  23. Dentro da caverna pessoas acreditam estar certas do que estão vivendo, acreditam nas informações que estão sendo colocadas para as mesmas, e acabam agindo de forma a pensarem que tem idéias próprias sobre todo o contexto colocado pela mídia, jornais, propaganda e etc. Mas no fundo estão sendo enganadas, mas a serem colocadas como pessoas medrosas e sem poder de descobrir a verdade, e ter a possibilidade de sair da caverna e de toda essa mentira, muitas desistem antes mesmo de tentar, por não conseguirem vencer o medo e de buscar novos desafios e poder sim avaliar e ter suas próprias idéias e reflexão do que acontece sem influência de ninguém.
    Edimar Souza Oliveira
    RA. 30033575
    2na Ciências Contábeis

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  24. O mito relata que sobreviver na caverna não era nada fácil,no entanto, muitos preferiam viver ali aprisionados, na mesmice, como malhonetes do que romper as barreiras e sair em busca de novos horizontes.
    Podemos ver essa mesma realidade nos dias atuais, muitos se acomodam e preferem viver alienados, sendo manipulados pelo opressor do que aceitar o desafio de se impor, expondo seu ponto de vista e assim correr o risco tanto de ser repudiado como o de fazer toda a diferença em nossa sociedade.

    Andréia Cavaliéri de França
    RA 30031823 - 2NA- Ciências Contábeis -Uniabc

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  25. Percebe se que deste os tempos das cavernas a humanidade tem dificuldades em buscar novas oportunidades e se conforma com a ignorância. Para adquirir conhecimento é necessário vencer esta barreira chamada medo, que muitas vezes nos impede de realizar algo que temos certeza que somos capazes.


    Rogerio E Fonseca 1NA Ciências Contábeis RA:30060272

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  26. O mito da caverna nos faz refletir sobre vida, que não se pode limitar apenas em difundir e repetir discursos promovidos pelo senso comum. Ao contrário, buscar o desconhecido como o prisioneiro que se liberta da caverna, um ambiente que estimule o pensamento crítico, que incentive o debate, que instigue o questionamento, que promova a solidariedade e a integração entre as pessoas, porque qualquer mudança só será viável se concebidas e assumidas por toda a coletividade.
    Roseana Silva - 2NA Ciências Contábeis

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  27. Agenor, como é belo e importante seu trabalho de autor, blogueiro e professor. Gostei da formação social dada aos meus colegas, então futuros contabilistas, eis que nesta profissão, em muitas situações fazemos registros contábeis de corporações que são, em grau maior ou menor, mesquinhas e predatórias. Faz parte de nossa profissão apoiar a "preservação" de ativos e estudos e manutenção da lucratividade... (ambas mesquinhas e predatorias, ditas para auto sobrevivência). Por outro lado como se aplica bem este mito-verdade ao momento difícil de nosso pais. Estamos a conscientizar os que ainda apoiam exploradores da sociedade, que usam do "direito" da "legalidade" para liquidar a democracia e sobreviverem os exploradores de 500 anos: capitães hereditários, filhos de reis que dizem proclamar independência, marechais que dizem republicar e ditadores que conseguem se eleger e têm seus nomes eternizados. #NaoVaiTerGolpe #DilmaFica !

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  28. Prezado Osvaldo Valente, agradeço pelos seus comentários pertinentes e esclarecedores. Educadores devem cumprir suas responsabilidades. Principalmente quando o monopólio dos meios de comunicações tenta impor um golpe de Estado, ou seja, um assalto ao poder daqueles que não têm votos e querem usurpar o poder. A manipulação tem efeito entre analfabetos políticos, que só se darão conta das consequências perversas do golpe quando este estiver consumado. A mobilização permanente de trabalhador@s é essencial para enfrentar e derrotar o golpe. Forte abraço.

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