segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Datação do Carbono 14 e a involução do Homo reacionarus


Datação do Carbono 14 e a involução do Homo reacionarus



À direita, a marcha da insensatez do involucionismo.


Charles Darwin, do evolucionismo, já asseverara:

Quando a mediocridade é a força motriz, a tendência é a extinção.

A natureza e o rumo dos acontecimentos tendem a fazer desaparecer o homo reacionarus, cuja incapacidade para o convívio fraterno e amistoso o leva a condutas predatórias e tóxicas para os demais membros da sociedade. Estes, exaustos de esperar a mudança daqueles, se organizam no sentido de produzir outras maneiras de se relacionar que não sejam deletérias e possam reverter os danos provocados por práticas nocivas que destroem o ambiente inteiro.

Ciosos de liberdade, os grupos deliberam por desvencilhar-se de políticas insalubres e oligárquicas.

Decidem transformar a realidade e deixar para estudos arqueológicos a avaliação do período em que a Terra era habitada por mentalidades e comportamentos reacionários.

A datação do Carbono 14 demarcará o momento preciso de quando tais espécimes espalhados pelo mundo e suas franchisings tropicais caducaram e se tornaram peças do Museu do Atraso.

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