quarta-feira, 9 de maio de 2012

Febraban e o cavalo doido


Febraban e o cavalo doido


Cuidado com estrebarias que fingem ser instituições financeiras



Economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg:

"Você pode levar um cavalo até a beira do rio, mas não conseguirá obrigá-lo a beber água. É possível criar condições mais favoráveis à expansão do crédito reduzindo as taxas básicas, mas uma ampliação efetiva das operações passa por uma postura mais agressiva, tanto dos emprestadores como dos tomadores de crédito, que por sua vez depende de expectativas econômicas mais otimistas."

*****

Car@s amig@s, segundo o filósofo das finanças, diante da água e com sede, o cavalo decide pela abstinência e refuta a água.

Andei comparando as taxas cobradas pelos bancos públicos CEF e Banco do Brasil com as exigidas pelas instituições privadas.

A partir da reflexão do representante do pensamento do coice nos clientes e no país, não tive dúvidas. Envio a todos os que me conhecem um singelo pedido:

Quando for a um banco e observar que ele tem preparado não um cortês cumprimento a um cliente, mas cascos para agredir sua dignidade, não hesite. Feche a conta e diga com todas as letras que você equivocou-se, pois imaginara ter entrado numa instituição financeira e não numa estrebaria.

Esqueça o cavalo doido e aqueles que ignoram a realidade e permanecem estacionados numa mentalidade condizente com um passado inflacionário e de governos inertes à farra rentista.

Transfira sua conta para bancos comprometidos com a redução efetiva dos juros em níveis internacionais. Pois no exterior, as matrizes das mesmas empresas cobram até 10 vezes menos.

Vamos dar um basta a esses e a todos os desrespeitos aos brasileiros.

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