quarta-feira, 24 de julho de 2013

Brecht também leu A Privataria Tucana


Brecht também leu A Privataria Tucana

Bertolt Brecht, dramaturgo alemão,
comenta A Privataria Tucana

Os grandes crimes só são possíveis porque são inacreditáveis. Trapaça banal, simples mentiras, extorsões descaradas, estas são coisas que pegam muita gente desprevenida. Os espíritos mais sutis se recusam a acreditar em trapaça tão primitiva e, quando ficam desconfiados, procuram em demasia, contando com crimes meticulosamente planejados e de complexidade exemplar. Indignados, recusam-se a “confundir” estadistas com ladrões de cavalos, generais com especuladores da bolsa de valores, e assim se mostram totalmente incapazes de entender roubos de cavalo e mercado especulativo. É óbvio que têm razão de procurar astúcia em grandes homens, mas trata-se de uma astúcia ordinária cujo uso é limitado a atividades criminais. Os golpes que desferem nem sempre são fatais. Engabelam as pessoas com belos discursos destinados não a deixar as vítimas incapacitadas para o trabalho mas simplesmente transformá-las em idiotas.




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