sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Pela auditoria da dívida pública


Pela auditoria da dívida pública

Chega de sustentar rentistas (parasitas)

Por que os porta-vozes (Miriam Leitão, Carlos Alberto Sardenberg, William Waack, Reinaldo Azevedo, Merval Pereira, os “especialistas econômicos” do PSDB etc.) do mercado (dos capitalistas) dizem que o mundo acabará se os juros não ultrapassarem a estratosfera?

Por que todos os dias eles profetizam o fim do mundo (ora que a inflação explodirá; depois que faltará luz elétrica; que não terá Copa 2014; que o Brasil não passa de hoje; que o fim está próximo)?

Mais de ¼ (26,76%, ou seja, R$ 655 bilhões por ano) do Orçamento da União destinado a 20 mil famílias?

Mais de 8 vezes os gastos do orçamento do Ministério da Educação para apenas 20 mil famílias?

Mais de 6 vezes os gastos do orçamento do Ministério da Saúde para apenas 20 mil famílias?

Estruturas jurídicas emboloradas são complacentes com este assalto legalizado.

A lei burguesa (entenda-se: para favorecer a burguesia) permite e estimula por meio dos porta-vozes do mercado o acinte à miséria e às extremas desigualdades no Brasil.

Mais de ¼ (26,76%, ou seja, R$ 655 bilhões por ano) do esforço de todos(as) os(as) brasileiros(as) é esterilizado e carreado para amamentar os enormes e ilimitados sorvedouros dos rentistas.

Um país de mais de 200 milhões de habitantes se sacrifica para enriquecer de maneira ultraobscena 20 mil famílias que vivem do trabalho alheio.

Não é a toa que o dramaturgo e poeta alemão Bertolt Brecht (1898-1956) afirmava que o maior crime não era assaltar um banco, mas fundá-lo.


Quantas vezes a dívida pública já foi paga?

A dívida pública é legítima?

Pela auditoria da dívida pública!

Chega de sangrar o povo para cevar rentistas parasitas!

Não é calote (pois o que já está pago não pode ser cobrado inúmeras vezes só porque os credores abusivamente impõem).

Propomos apenas enfrentar os tubarões financeiros e parar de ser escorchados pela minoria aristocrática parasita.

Lembrem-se: Cada 1% de aumento da taxa Selic significa mais R$ 20 bilhões para 20 mil famílias. Pagos pela imensa maioria da população do Brasil.

Por isso, Sardenbergs da vida ficam na torcida para favorecer aqueles que ele e demais afiliados do PIG (Partido da Imprensa Golpista) apregoam diuturnamente como merecedores sagrados do produto da exploração secular.




Juros: oito vezes os gastos com a Educação, seis vezes mais que com a Saúde


O Orçamento da União para 2014 será publicado hoje, em edição extra do Diário Oficial.

E, de novo, mostra o tamanho e a crueldade da política de juros altos que o “mercado” e a mídia exigem de nosso país.

Dos R$ 2,49 trilhões do orçamento geral, nada menos que R$ 655 bilhões, ou 26,76% se destinam ao pagamento de juros, amortizações e outros encargos de nossa dívida.

Oito vezes os R$ 82,3 bilhões da Educação.

Mais de seis vezes os R$ 105.6 bilhões da saúde.

Dez vezes mais que o PAC.

Este é o preço que pagamos para ter relativa estabilidade político0-econômica.

E não muito, porque exigem, com os mais variados movimentos de capitais e sob a barragem de artilharia da mídia, juros maiores, imorais, indecentes, pornográficos.

Os nossos círculos econômicos lembram as vítimas da Síndrome de Estocolmo.
Aquela em que os sequestrados se apaixonam pelo sequestrador e passam a colaborar com ele.

Aqui, também, há muitos que passam a pensar que os juros, com os quais se atraem os capitais voláteis do mundo, são uma isca para fisgá-los, quando é o Brasil que enterra em si a farpa de um anzol do qual não se livra.

Não se apregoa um calote generalizado em nossas obrigações.

Mas daí a amar a agiotagem e não usar nossa capacidade soberana de fixar patamares razoáveis para o pagamento de juros vai a distância entre o pagar o resgate e a cumplicidade com o sequestrador.



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Conheça como funciona a Yuan-Mind:

A Guerra de Yuan narra a história de um intrigante personagem do futuro e de um sombrio mundo de autômatos fortemente moldados e cerceados pelos meios de comunicação, cuja função massificadora é claramente ligada à concentração de um poder central nas mãos da Yuan-Mind,  empresa que controla as engrenagens do mecanismo totalizante e esmagador de Yuan.

2 comentários:

  1. Ninguém fala mas o Equador, na pessoa de seu valoroso e CORAJOSO presidente, Rafael Correa, fez a auditoria da dívida. Vc. leu alguma notícia na mídia? Alguém falou? Claro que não. Ficaram todos quietinhos para não despertar a atenção pois se a moda pega.... Sabe qual o resultado? Algo que era 100, virou 30. Sim, parece-me que o NYT foi o único a dar uma notinha, de rodapé. Tenho a maior admiração por Rafael Correa. Além de cobranças abusivas, juros indevidos, muitas consideradas ilegais posto que assumidas por agente ilegítimos, os ditadores equatorianos. Em que época mesmo a nossa dívida começou a crescer exponencialmente?

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  2. Grande exemplo de Rafael Correa, presidente do Equador, é referência para todos da América Latina.

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