quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Blindagem total para Aecioporto do Titio ser protegido na bolha do PIG

Blindagem total para Aecioporto do Titio
ser protegido na bolha do PIG.



Não se pode deixar o playboy ao relento. Tadinho!







TCE-MG — Operação salvamento.
Coitado do playboy. Vai pegar friagem, uai!
 




Blindagem total para Aecioporto do Titio ser protegido na bolha do PIG.


PIG - Partido da Imprensa Golpista

Sempre protegendo demotucanos



Assuntos proibidos até bem depois do fim do mundo:

Compra de votos da reeleição de FHC, 
Pasta Rosa,
Lista de Furnas,
Privataria Tucana,
Aecioporto do Titio,
Mensalão do PSDB,
Tremsalão,
Sivam,
Obras superfaturadas etc.












Abaixo os intermediários: Armínio Gordon para Presidente

Por: Saul Leblon


 Entreguismo sem intermediários

 



Armínio Fraga tem cidadania americana e isso não é uma metáfora: ele foi indicado a Obama como alguém 'confiável' para presidir o Banco Central dos EUA.



A notícia soa como uma daquelas tiradas espirituosas da verve nacionalista brasileira: ‘Armínio Fraga cogitado para comandar o Fed norte-americano (o BC dos EUA)’.

Parece um revival do bordão dos anos 60, ‘Abaixo os intermediários, Lincoln Gordon para a presidência’, em cenário invertido.

Gordon, embaixador gringo, um dos articuladores do golpe de 64, não chegou lá.Mas a cogitação de Armínio , ex-presidente do BC, de Fernando Henrique Cardoso, que despontou para o estrelato rentista como operador do fundo especulativo de George Soros –e hoje é o principal fiador de Aécio Neves junto aos mercados– é mais que uma metáfora venenosa.

A proposta, real, foi revelada pelo próprio autor, Timothy Geithner, ex-secretário do Tesouro dos EUA, que conta o episódio em seu livro, ‘Stress Test’ (‘teste de resistência’). Nele, Geithner faz um retrospecto do fiasco da paridade entre o Real e o dólar , que obrigou a uma maxidesvalorização cambial de 30% em 1999. A decisão foi empurrada com a barriga até se consumar a reeleição de FHC em 1998, ancorada em dupla fraude: compra de votos para aprovar a emenda constitucional no Congresso e a ilusão da moeda forte.

A ressaca começou logo em seguida à contagem dos votos. A máxi de janeiro de 1999 fez explodir a inflação levando Armínio a elevar a taxa de juro básica do país a 45%. Fechou-se assim o torniquete que o transformou em um centurião dos endinheirados : desvalorização da moeda, perda de poder de compra dos assalariados e juro sideral. Ele é soberbo nisso.

Quem diz é o amigo Geithner que narra assim a implosão: ‘Após abandonar uma tentativa inicial de se manter a paridade do real com o dólar, uma liderança econômica soberba do Brasil conseguiu dar a volta por cima em poucos meses’.

Em matéria sobre o livro, de maio deste ano, o jornal Folha de SP () destaca a origem da credibilidade do brasileiro junto aos americanos: ’Ao explicar os pacotes de ajuda decididos pelo governo norte-americano, diz a matéria da Folha, Geithner acrescenta que "só funcionaram quando lidamos com líderes competentes e confiáveis. O presidente do banco central brasileiro, Armínio Fraga, foi tão notável que mais tarde eu o mencionei para o presidente Obama como um potencial presidente do Fed [o BC americano]", escreveu Geithner citado pela Folha. Seu empenho pela nomeação da ‘ liderança econômica soberba’ foi tão entusiasmada que fez questão de lembrar a Obama, como diz no livro, a condição de cidadão norte-americano de Armínio ( ele tem dupla cidadania e neste caso não é apenas uma metáfora venenosa)

A empatia entre ‘Tim’, como é chamado o ex-Secretário do Tesouro, e Armínio tem raízes profundas. O americano é um entusiasta dos derivativos que funcionaram como um dos bombeadores da crise de 2008.Não só. Durante a crise, Tim funcionou como uma espécie de embaixador da alta finança junto à Casa Branca: sua prioridade era salvar bancos.

A intercambialidade de Gordons , Armínios e Tins não é novidade na história brasileira.

Mas nem por isso a influência desses coringas deixa de trazer problemas no trato de interesses e agendas, nem sempre tão complementares quanto eles.

Tome-se a encruzilhada do país nos dias que correm.

Dois de seus principais desafios consistem em elevar a taxa de investimento e reverter o estiolamento da base industrial.

Armínio e Aécio Neves deram uma entrevista ao jornal Valor, no início de maio, em que o coordenador econômico da candidatura tucana expõe seu modus operandi ao tecer críticas à ação oficial nessa área.

Entre outras coisas, o amigo de Geithner manifesta sua desaprovação ao Programa de Sustentação do Investimento (PSI). Talvez a coisa mais certa que o governo fez nessa frente.

Criado na crise de 2009, o programa garante crédito barato de longo prazo à aquisição de bens de capital, desde que apresentem 60% de conteúdo nacional.

O mesmo critério incômodo foi incorporado ao regime de partilha, que rege a exploração soberana do pré-sal brasileiro.

Todas as encomendas associadas à exploração das reservas bilionárias devem incluir 60% de conteúdo fabricado no país.

Compreende-se a má vontade.

Nos idos tucanos, quando Armínio pontificava, dizia-se que a melhor política industrial para uma nação em desenvolvimento é não ter política industrial alguma.

Com Armínio no comando (aqui, no Brasil) voltaríamos aos domínios dessa fé inquebrantável na capacidade dos livres mercados para alocar recursos com maior eficiência, ao menor custo.

O veículo por excelência dessa ubiquidade é o capital financeiro, dotado de alguns requisitos.

A saber: liberdade irrestrita de ir e vir, um Banco Central complacente e condições adequadas para impor sua remuneração pelos serviços prestados.

Se alguém disser que nessa chocadeira vingou o ovo do colapso neoliberal de 2008 não estará longe de uma verdade sintética acerca do ocorrido.

O amigão de Armínio ajudou na choca.

Quando presidente do Fed regional, de Nova Iorque, Geithner defendia que os bancos podiam reduzir suas reservas de segurança e alavancar operações , mesmo sem ter caixa para honrá-las, se necessário.

Deu-se o que se sabe. E agora se sabe que quando se deu, Geithner lembrou-se de Armínio – ‘competente e confiável’, afiançou ao presidente norte-americano, para ajudar a resolver o melê.

Hoje, no Brasil, essa linha de pensamento nomeia o arrocho fiscal, de consequências sabidas, como a principal alavanca corretiva para destravar o crescimento da economia.

Trata-se de recuar o Estado para o mercado agir e a sociedade prosperar. É o que dizem.

Nunca é demais repetir que essa reordenação vigora há alguns anos em países europeus, sob ajuste da troika.

Neles se colhe taxas de desemprego de 11,5% a 50% (entre os jovens); as contas públicas se distanciam do equilíbrio; o crédito mingua, a atividade econômica rasteja e a juventude migra. Mas a extrema direita floresce: sua bandeira é substituir a desordem resultante por uma ordem policial atuante.

Em nenhuma outra dimensão da luta política nesse momento a pauta do país é tão esfericamente blindada e impermeável quanto na área econômica.

Discute-se como se não existisse a opção de cortar os juros para a construção de um equilíbrio que poupe o investimento público em programas sociais e em infraestrutura.

Sim, é verdade, na era das finanças desreguladas o comando do Estado sobre a taxa de juros é limitado pelo poder de chantagem dos capitais que respondem à ‘afronta’ com fugas maciças levando a uma crise nas contas externas.

Mas também é verdade que tudo se passa como se o recurso do controle de capitais não figurasse no cardápio econômico mundial, embora seja tolerado até pelo FMI.

A invisibilidade imposta a essas angulações é parte da encruzilhada brasileira.

Ao afunilar o horizonte do país num labirinto repetitivo desemboca-se, inapelavelmente, no paredão do arrocho onde estão escritos os mandamentos seguidos pelos Armínios e assemelhados.

É impossível desmontar essa ciranda sem afetar os interesses da alta finança.Razão pela qual respeitados economistas cogitam alguma forma de controle de capitais numa reordenação macroeconômica para retomada do crescimento.

Se o PT avançará nessa direção num eventual segundo governo Dilma é incerto. Depende em grande parte da correlação de forças interna e externa.

Agora, imaginar que um potencial presidente do Fed americano possa agir contra seus camaradas de fé, em defesa do país, equivale a aceitar que Lincoln Gordon operou o golpe por amor à democracia.




Samuel Pinheiro Guimarães declara voto em Dilma


Diplomata Samuel Pinheiro Guimarães
31 motivos para seu voto na reeleição de Dilma



Diplomata e ex-ministro de Lula diz que, "depois de muito refletir", chegou à conclusão de que "devemos prosseguir no esforço de construção de uma sociedade mais justa, mais próspera, mais democrática e soberana" e que, "por isto, e por muitas razões", votará na presidente Dilma Rousseff no dia 26; ele enumera 31 motivos para seu voto na reeleição.

247 - O diplomata e ex-ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos durante o governo Lula, Samuel Pinheiro Guimarães, declarou seu voto na reeleição da presidente Dilma Rousseff e enumerou 31 razões para isso. Leia abaixo sua mensagem e os motivos:


ESTIMADOS AMIGOS E AMIGAS...

Estamos em um momento decisivo da vida brasileira.

Teremos de optar entre propostas distintas.

De minha parte, e depois de muito refletir, cheguei à conclusão de que devemos prosseguir no esforço de construção de uma sociedade mais justa, mais próspera, mais democrática e soberana.

Por isto, e por muitas razões além daquelas que enumero a seguir, votarei dia 26 em Dilma Rousseff.

Votar em Dilma, para:

01. aumentar o emprego, que é a maior preocupação de cada brasileiro, com carteira assinada;

02. controlar a inflação sem prejuízo do desenvolvimento;

03. aumentar o salário mínimo de que depende a enorme maioria dos brasileiros;

04. garantir as conquistas dos trabalhadores em termos de horário, férias, licença maternidade, previdência social, aposentadoria;

05. expandir o programa Minha Casa, Minha Vida que atende a aspiração fundamental da casa própria;

06. eliminar a pobreza e a indigência no Brasil;

07. reduzir cada vez mais a mortalidade infantil;

08. aumentar a expectativa de vida de todos os brasileiros;

09. eliminar o analfabetismo inclusive funcional;

10. ampliar cada vez mais o número de vagas nas escolas técnicas e nas universidades;

11. fortalecer a cultura brasileira em todos os seus aspectos;

12. dobrar o investimento público em ciência e tecnologia;

13. reduzir a violência e o número de homicídios;

14. fazer a reforma política, com ampla participação popular, eliminar a influência do poder econômico e criar uma verdadeira democracia;

15. lutar de forma legal contra a corrupção, punindo tanto os corruptos como os corruptores;

16. democratizar os meios de comunicação e garantir a possibilidade e a liberdade de expressão para todos os brasileiros;

17. ampliar radicalmente as oportunidades de mulheres, negros e pobres em todas as esferas da sociedade e do Estado;

18. defender os direitos humanos de todos os brasileiros e combater toda a discriminação, preconceito e violência que tenha como origem a raça, a orientação sexual, o gênero, o nível de renda, a crença religiosa e a origem regional;

19. demarcar as terras indígenas e eliminar o desmatamento ilegal;

20. reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil;

21. forrtalecer a soberania do Brasil;

22. promover a integração e a cooperação com os vizinhos da América do Sul e da África;

23. defender a paz, a auto determinação, a não intervenção, e a solução pacífica de controvérsias como os princípios fundamentais da ação internacional do Brasil;

24. construir mais ferrovias, mais rodovias, mais portos e aeroportos;

25. expandir o transporte urbano público e gratuito;

26. fazer a reforma agrária, fortalecer a agricultura familiar e expandir a produção e a exportação agrícola;

27. alcançar a autonomia energética;

28. reconstruir a indústria brasileira;

29. tornar o sistema tributário mais justo e menos concentrador de riqueza;

30. reduzir as taxas de juros e democratizar o credito;

31. realizar uma Olimpíada ainda melhor do que a Copa.

Fonte:











Confira também:




Toldos PIG, STF, MP e similares



 

 


















Nenhum comentário:

Postar um comentário